Colaboração de "O LIBERTINO"
Salve minhas Rainhas.
Em sequência ao meu último texto - Feliz Aniversário - vou contar uma experiência que tive com a Tai, uma das três pontas do triângulo que devera acontecer nesse sábado pra domingo.
A Tai é uma menina linda, com seus 20 anos de idade, numa fase da vida onde são tantas as possibilidades à sua frente, que fica difícil saber por qual decidir. Mas o importante é que está decidida a tomar o seu próprio caminho, indiferente aos ditames de uma sociedade moralista e hipócrita, e isso faz toda a diferença.
Eu a conheci faz um pouco mais de um mês, mas como nos conhecemos renderá um outro texto, por hora basta saber q foi nosso terceiro encontro e q ela estava totalmente disposta a experimentar e expandir seus limites sensoriais. Infelizmente não poderei descrever com propriedade tudo que ela sentiu - talvez eu a convença a escrever aqui as suas próprias conclusões - mas pretendi contar com a maior fidelidade possível, tudo que aconteceu naquela sexta-feira à noite.
Previamente já havia preparado meu quarto com velas, insenços, (faltaram as pétalas de rosa espalhadas pelo quarto - culpa da minha incapacidade masculina em grandes produções). Mas o cenário do quarto iluminado à luz das velas ficou bem interessante.
Antes de iniciar a sessão de tortura e prazeres, tomamos um vinho tinto, comemos umas torradinhas com patês variados e conversamos pra dar uma relaxada. Quando a Tai estava mais a vontade eu disse à ela que eu iria dar inicio à sobremesa, founde de chocolate com morangos e uvas Itália.
Pedi a ela que se sentasse na cama apenas de calcinha, encostada no batente da cama e com as mãos para trás. Com uma corda amarrei seus pulsos à suas costas junto à cama, e com um lenço vendei seus olhos e pedi que me aguardasse.
Sai do quarto por alguns minutos e fui fazer os preparativos. Voltei com o chocolate derretido numa peça de founde, junto com os morangos, as uvas e uma garrafa de lambrusco bem gelada. Entrei no quarto sem falar nada e podia ouvir e até sentir sua respiração ansiosa, no silêncio do quarto estouro a rolha da garrafa e vejo seu corpo dando um salto na cama com o coração disparado. Sento ao seu lado, mergulho um morango na calda quente e derretida e aproximo de seu rosto pra que sinta apenas o cheiro adocicado do chocolate... de repente um pingo quente cai e escorre por entre seus seios, ela geme mas aguenta firme, em seguida junto minha boca com a língua pra limpar o chocolate aproveitando pra lamber toda a extensão de um dos seus seios. Continuo dando a ela, em sua boca, os morangos e as uvas com a calda de chocolate escorrendo por diversas pares do seu corpo, junto à calda quente e derretida, derramei sobre sua boca, seus seios e partes do seu corpo goles exagerados do Lambrusco bem gelado, intercalando as sensações de quente e frio, sempre finalizando com a umidade morna da minha boca.
Qndo ela já estava se acostumando com esse bem bom, comecei a segunda fase daquela tortura. Segurei com uma certa violência seus cabelos pra trás e disse a ela qie agora ia ser minha e dei-lhe um tapa moderado e estalado em seu rosto, seguido por beijos gulosos na sua boca, rosto e pescoço, dizendo em seu ouvido que ela era uma safada, cachorra, que a partir daquele momento ela ia ser toda minha, ia ser a minha putinha, minha cahorra. Peguei dois pregadores de madeira que deixei estrategicamente aos pés da cama e prendi cuidadosamente seus dois mamilos com cada um deles. Ela gemia e se contorcia, mas em momento nenhum dizia chega! Em seguida peguei uma das velas, e a uma distância segura (quem se aventurar nessa brincadeira deixo a dica de que se deve derramar a cera da maior distancia possível pra dor não ficar além do suportável) e comecei a derramar por sobre seu corpo. Ela gemia e arqueava o corpo enquanto eu intercalava a cera com minhas mãos e bocas percorrendo cada extensão dos seios, barriga, virilhas, e partes internas das coxas. Desamarrei suas mãos, deitei-a de bruços, prendi novamente à cama com os braços estendidos além da cabeça deixando ela de costas pra mim e assim, totalmente entregue a mim, tirei sua calcinha e comecei a abusar daquele corpo de todas as formas usando meus dedos, minha boca e língua e meu pênis extremamente duro louco pra se saciar dentro daquele corpo jovem e lindo.
Belo texto... Senti a paixão dos momentos.
ResponderExcluirFoi uma noite inesquecível sz
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