O que são os
fetiches senão jogos de controle. Feitiços sobre o desejo do outro e do seu.
Fetiches são objetos que viram estopim para liberar um fogo oculto. Em relações
de muita intimidade são permitidos com tranquilidade. Só assim a magia e o
prazer acontecem de fato.
Dos mais inocentes
aos mais fortes, eles são o julgo do outro consentido, com certa expectativa de
um prazer inusitado.
Numa destas
minhas experiências, um simples bombom se tornou alvo do prazer de um dos meus
pares.
Vou explicar
melhor...
Eu era uma executiva
numa empresa de mídia, quando me envolvi
com um cara que tinha muita ambição e tesão no poder que eu representava. Vinha
de casamento daqueles, mergulhado na rotina, com cheiro de crianças mijadas e mulher
cheirando a fritura. Assim, é claro que uma mulher (gostosa, bem vestida, de
salto alto, exalando perfume francês, com grana e algum poder) deixou o moço (que
não era de se jogar fora) maluco.
Uma tarde o
mocinho que havia conseguido um novo emprego com mais status me liga muito
feliz e diz: Tem 5 minutos para mim?
Eu teria até
mais... rs
Mas estava numa
fase menina má. Muito requisitada e adorava deixá-lo com carinha de quero mais.
Explicando
bem o assunto, esta empresa ficava num lugar de uma grande metrópole, onde vagas
para estacionar eram raras, então ele parava seu carro a quase um quarteirão do
prédio onde eu estava numa pracinha.
Ele estava
lá na esquina da pracinha, de pé me esperando.
Figura
gostosa de ver, homem ítalo, alto, corpo bem feito, fora atleta no passado, pele
clara, com olhos verdes penetrantes, cabelos castanhos e lisos. Vestido num terno
bonitinho e perfumado com um presentinho meu. Devorava-me com os olhos, eu vestia
um tailleur de cor cereja, com o casaco semiaberto e uma camisa de seda com três
botões abertos num generoso decote, saltos altíssimos no mesmo tom da roupa,
maquiada na medida, com os cabelos longos soltinhos e macios. Ambos se tentavam,
e havia uma química que nos uniu por muito tempo.
Assim que eu
fiquei ao alcance de suas mãos, me abraçou e beijou como se o mundo fosse
acabar. O tesão estava no ar. Fomos ao seu
carro e ele sacou do bolso um bombom, daqueles grandes e deliciosos daquela marca
que eu amo. Daqueles que derretem nos dedos da gente. Abriu e fez que ia coloca-lo
na minha boca e desviou direto pro meu decote. Com a carinha mais sacana do
mundo disse: Esse é meu!
Nós ali
naquela pracinha, e o perigo de algum conhecido me ver e ele me devorando antes
do bombom. Os beijos me sugavam tanto que as carnes de minha boca pulsavam. Ele
revezava entre me beijar e me apalpar e meter mãos e dedos onde vocês podem bem
imaginar.
Eu toda fina,
gemia e via os vidros do embaçando e dava glórias por ver uma garoa fina que
começo a cair. Nesta altura o bombom já era líquido escorrendo até meu umbigo
meu casaco e camisa abertos para deleite do chocólatra tarado. Fui lambida,
chupada e dedilhada no meio da maior cidade da América Latina. Menos de uma
quadra de onde eu era poderosa.
O feitiço do
bombom foi forte!!!
Fui de
executiva a biscate, gozando quase nua no carro dele em 15 minutos.
Adorei saber
que ele ainda tinha resquícios do antigo casamento no seu porta-luvas. Um
pacote de lenços umedecidos para minha salvação. Ajudou a me recompor e voltar
ao meu posto de poderosa chefona na empresa.
Trocamos poderes
e prazeres com um simples bombom
motivador.

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