quinta-feira, 22 de maio de 2014

FETICHES OU FEITIÇOS?




O que são os fetiches senão jogos de controle. Feitiços sobre o desejo do outro e do seu. 
Fetiches são objetos que viram estopim para liberar um fogo oculto. Em relações de muita intimidade são permitidos com tranquilidade. Só assim a magia e o prazer acontecem de fato.

Dos mais inocentes aos mais fortes, eles são o julgo do outro consentido, com certa expectativa de um prazer inusitado.
Numa destas minhas experiências, um simples bombom se tornou alvo do prazer de um dos meus pares.
Vou explicar melhor...
Eu era uma executiva numa empresa de mídia, quando me  envolvi com um cara que tinha muita ambição e tesão no poder que eu representava. Vinha de casamento daqueles, mergulhado na rotina, com cheiro de crianças mijadas e mulher cheirando a fritura. Assim, é claro que uma mulher (gostosa, bem vestida, de salto alto, exalando perfume francês, com grana e algum poder) deixou o moço (que não era de se jogar fora) maluco.
Uma tarde o mocinho que havia conseguido um novo emprego com mais status me liga muito feliz e diz: Tem 5 minutos para mim?
Eu teria até mais... rs
Mas estava numa fase menina má. Muito requisitada e adorava deixá-lo com carinha de quero mais.
Explicando bem o assunto, esta empresa ficava num lugar de uma grande metrópole, onde vagas para estacionar eram raras, então ele parava seu carro a quase um quarteirão do prédio onde eu estava numa pracinha.
Ele estava lá na esquina da pracinha, de pé me esperando.
Figura gostosa de ver, homem ítalo, alto, corpo bem feito, fora atleta no passado, pele clara, com olhos verdes penetrantes, cabelos castanhos e lisos. Vestido num terno bonitinho e perfumado com um presentinho meu. Devorava-me com os olhos, eu vestia um tailleur de cor cereja, com o casaco semiaberto e uma camisa de seda com três botões abertos num generoso decote, saltos altíssimos no mesmo tom da roupa, maquiada na medida, com os cabelos longos soltinhos e macios. Ambos se tentavam, e havia uma química que nos uniu por muito tempo.
Assim que eu fiquei ao alcance de suas mãos, me abraçou e beijou como se o mundo fosse acabar. O tesão estava  no ar. Fomos ao seu carro e ele sacou do bolso um bombom, daqueles grandes e deliciosos daquela marca que eu amo. Daqueles que derretem nos dedos da gente. Abriu e fez que ia coloca-lo na minha boca e desviou direto pro meu decote. Com a carinha mais sacana do mundo disse: Esse é meu!
Nós ali naquela pracinha, e o perigo de algum conhecido me ver e ele me devorando antes do bombom. Os beijos me sugavam tanto que as carnes de minha boca pulsavam. Ele revezava entre me beijar e me apalpar e meter mãos e dedos onde vocês podem bem imaginar.
Eu toda fina, gemia e via os vidros do embaçando e dava glórias por ver uma garoa fina que começo a cair. Nesta altura o bombom já era líquido escorrendo até meu umbigo meu casaco e camisa abertos para deleite do chocólatra tarado. Fui lambida, chupada e dedilhada no meio da maior cidade da América Latina. Menos de uma quadra de onde eu era poderosa.
O feitiço do bombom foi forte!!!
Fui de executiva a biscate, gozando quase nua no carro dele em 15 minutos.
Adorei saber que ele ainda tinha resquícios do antigo casamento no seu porta-luvas. Um pacote de lenços umedecidos para minha salvação. Ajudou a me recompor e voltar ao meu posto de poderosa chefona na empresa.
Trocamos poderes e prazeres com um  simples bombom motivador.


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