terça-feira, 8 de abril de 2014

TANQUINHO X TORNEIRINHA


A Rainha de Sabá  já cantou a bola sobre  tamanho não  ser  documento. Mas em tempos que  ser  musculoso, sarado,  marombado, ter  um  mega bíceps, tríceps  e  barriga riscada estilo tanquinho  são tão importantes, é claro que se  cria  uma  baita  expectativa. O cara vai ser todo gostoso ou vai ser vai ser decepcionante, pois não  há nas academias flexões  penianas.
Houve uma ocasião em que essa Jezebel  estava  envolvida  com o mundo marombeiro e seus  eventos.  Curiosamente mesmo não curtindo os “Apolos” que circulavam diante  de  mim, diariamente um dos  sarados de espartanos que  parecia ter mais  cérebro se  atreveu  e tentou  conquistar  minha  atenção especial.
Não se todos sabem, mas esse tipo é narcisista assumido, muitas vezes em reuniões  e  conversar  sobre  assuntos  sérios estas  figuras falavam se  olhando  no  espelho ou  erguendo  as  mangas  das  camisetas  para  exibir-se  involuntariamente.
Um belo dia o  tão  inteligentes veio ter  um  papo mais  quente  comigo. Claro  que estranhei, não sou desse mundo musculoso,  né? Mas sou aventureira e não neguei  fogo. Na dança da sedução fui percebendo  que fazia  parte  do  ritual do atlético  pegar minhas  mãos e passar na barriguinha tanquinho dele.  Pedia  sempre  para eu  pegar  nos seus  braços  e coxas. OK, era interessante sentir  toda aquela carne se segunda (superdurinha) a  minha  disposição. A coisa  foi  progredindo saímos e fomos para o  Olimpo da carne. Chegada a  grande hora da  pegação geral o  dito  popular do  tanquinho versus  torneirinha ficou claro não  era  folclore e foi  difícil conter  o  riso. Havia tanta  habilidade  até  para mexer  o peitinho, mas a minúscula torneirinha (quase  infantil) ficava estática como se fosse  um brotinho de feijão cultivado delicadamente num algodão. Era algo tão surreal que não concebi como chegaríamos ao prazer. Era a sensação de receber  um cubo mágico todo bagunçado.

Conclusão: Foi um fiasco. O moço era razoável  no  sexo oral,  o que  ajudou  um pouco mas  acho que ele ficou mais  excitado  se vendo nos espelhos  da  suíte. A “penetração" foi  obra da  imaginação dele que se  esfregava  como se tivesse acontecido  algo. Para  mim foi muito estranho ver um cara bacana  até  escravo da tal forma esquecendo do sexo e  de  tudo que  ele  inclui.
Deu  dó!


Um comentário:

  1. Eu falo que tamanho é documento e Menelau me chama de gulosa. Mas é gente.

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